Lotesul: Dodmax é Confirmada para Operar Plataforma de Apostas
Quarta-feira 24 de Junho 2026 / 12:00
⏱ 3 min de lectura
(Campo Grande, Brasil). A empresa brasileira Dodmax Tecnologia S/A foi declarada vencedora provisória da licitação para implantação e operação da plataforma eletrônica da Lotesul, a loteria estadual de Mato Grosso do Sul. A confirmação ocorreu após a rejeição dos recursos apresentados por concorrentes desclassificadas durante a fase técnica do processo, consolidando a companhia local como a principal candidata a assumir a infraestrutura tecnológica do projeto lotérico estadual.
Recursos rejeitados consolidam liderança da Dodmax
O certame foi retomado na terça-feira (23), após permanecer suspenso desde maio devido aos recursos protocolados pelas empresas LottoPro Jogos de Apostas e Gestão de Lotéricas Ltda. e Prohards Comércio, Desenvolvimento e Serviços em Tecnologia da Informação Ltda., ambas eliminadas durante a Prova de Conceito (POC).
A etapa de POC exige que os participantes demonstrem, na prática, a capacidade de suas soluções tecnológicas para atender aos requisitos estabelecidos no edital. A LottoPro argumentou que não teve condições equivalentes às demais participantes para comprovar o funcionamento do sistema de “cofre eletrônico”, enquanto a Prohards alegou falhas na avaliação de sua plataforma e problemas relacionados ao ambiente de testes disponibilizado pela comissão organizadora.
A Dodmax contestou os questionamentos e defendeu a manutenção dos resultados, sustentando que os critérios aplicados foram os mesmos para todos os participantes e que cabia a cada empresa comprovar o cumprimento integral das exigências técnicas.
Após análise dos recursos, a comissão técnica manteve o entendimento de que as desclassificações ocorreram com base em critérios objetivos previstos no edital e no termo de referência, preservando a habilitação da Dodmax e sua classificação em primeiro lugar.
Plataforma centralizará toda a operação lotérica estadual
O contrato prevê que a plataforma tecnológica seja responsável por concentrar e validar as operações da Lotesul, incluindo venda de produtos lotéricos, identificação de apostadores, pagamento de prêmios, recolhimento da outorga variável e processamento de tributos relacionados à atividade.
Além da operação do sistema, o edital contempla serviços de manutenção, customização, atualização tecnológica e, ao término do contrato, a transferência do código-fonte e da base de dados para o governo estadual.
Modelo de receita prevê participação majoritária da operadora
De acordo com as condições estabelecidas na licitação, a empresa vencedora ficará com 69% da arrecadação estimada da loteria estadual, enquanto os 31% restantes serão destinados aos cofres públicos de Mato Grosso do Sul.
A estimativa de receita média anual da plataforma é de aproximadamente R$ 51,47 milhões. Nesse cenário, a operadora receberia cerca de R$ 35,5 milhões por ano, enquanto o Estado teria um retorno estimado de R$ 15,96 milhões.
O modelo reforça a estratégia adotada por diversas jurisdições brasileiras que buscam estruturar operações lotéricas por meio de parcerias tecnológicas especializadas, compartilhando receitas entre o setor público e o operador responsável pela infraestrutura.
Resultado ainda depende de etapas administrativas
Embora a Dodmax tenha sido confirmada como vencedora provisória do pregão, a contratação ainda não está formalmente concluída. O processo seguirá para adjudicação e posterior análise da autoridade competente, etapas obrigatórias antes da assinatura definitiva do contrato.
Somente após a conclusão desses procedimentos administrativos a empresa poderá iniciar oficialmente a implementação da plataforma da Lotesul.
Quem é a Dodmax?
Fundada em 2024, a Dodmax Tecnologia S/A tem sede em Campo Grande e atua no desenvolvimento de sistemas computacionais. A empresa foi criada pelo advogado, empresário e pecuarista Mauro Luiz Barbosa Dodero, que também possui participação em outros negócios no estado e integra a diretoria da Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul).
A vitória provisória representa um marco relevante para a companhia, que superou concorrentes com experiência no mercado de apostas e tecnologia para jogos, posicionando-se para assumir um papel estratégico na operação da loteria estadual de Mato Grosso do Sul.
Categoría:Loteria
Tags: Sin tags
País: Brasil
Región: Sudamérica
Eventos
PERU GAMING SHOW – PGS 2026
17 de Junho 2026
Capacitação e jogo responsável: chaves para a indústria de jogos em PGS 2026
(Lima, Exclusivo SoloAzar).- A importância da capacitação, da prevenção e das ferramentas tecnológicas para promover o jogo responsável foram os principais eixos da conferência “O Valor do Jogo Responsável nas Operações de Jogos de Azar”, apresentada durante o Peru Gaming Show (PGS) 2026 por Fernando Calderón Castro, presidente da Sociedade Nacional de Jogos de Azar (SONAJA). O encontro reuniu representantes da indústria para analisar os desafios atuais do setor e as estratégias necessárias para garantir operações mais seguras, transparentes e sustentáveis.
LSports no Peru Gaming Show: fortalecendo presença e abrindo novas oportunidades
(Lima, Exclusivo SoloAzar).- O Peru Gaming Show nunca foi apenas sobre o estande. Para a LSports, o objetivo era marcar presença em um mercado onde estar presente ainda faz a diferença — e sair do evento com muito mais do que uma lista de contatos. Federico Brancato, Gerente de Vendas para a região LATAM, chegou a Lima com uma visão clara sobre o que os operadores desta parte da América Latina mais precisam neste momento. O que encontrou confirmou essa percepção.
Regulamentação e mercado ilegal na América Latina: desafios e soluções
(Lima, Exclusivo SoloAzar).- No âmbito das conferências do Peru Gaming Show (PGS) 2026, importantes representantes da indústria de jogos analisaram um dos principais desafios enfrentados atualmente pelos mercados regulamentados da América Latina: o crescimento do jogo ilegal. O painel "Regulamentação e mercado ilegal: desafios e soluções" reuniu Carlos Fonseca, CEO da Gaming Law, como moderador; Neil Montgomery, sócio fundador da Montgomery & Associados; Tatiana Vásquez, sócia fundadora da Vázquez Asociados; Karen Sierra Hughes, vice-presidente para a América Latina, Caribe e Espanha da GLI; e Vanessa Cabrera, diretora da Direção de Controle e Sanção da DGJCMT-MINCETUR. Os participantes debateram as causas do mercado ilegal, as ferramentas regulatórias disponíveis e as estratégias para fortalecer a canalização dos jogadores para o mercado regulado na região.
SUSCRIBIRSE
Para suscribirse a nuestro newsletter, complete sus datos
Reciba todo el contenido más reciente en su correo electrónico varias veces al mes.